terça-feira, 10 de julho de 2012

Doenças de Inverno


Doenças de Inverno
Com a temperatura baixa, várias doenças passam a atormentar o organismo. Vírus e bactérias se aproveitam dos lugares fechados para se espalhar, atingindo principalmente o sistema respiratório. Conheça as principais doenças de inverno e saiba como se prevenir.

Resfriado
Trata-se de um problema bastante comum que acomete as vias aéreas superiores — especialmente o nariz. Desencadeados por diversos vírus, como rinovírus, parainfluenza e alguns tipos de adenovírus. Eles acabam agredindo a mucosa do nariz e, como resposta, o organismo ordena a produção de muco para eliminá-los. Os sintomas, bem mais brandos do que os de uma gripe, são espirros, congestão nasal e coriza.
Não há remédio específico para os vírus do resfriado. Os medicamentos usados — como os descongestionantes nasais — combatem os sintomas até que o sistema imune se encarregue de abafar os invasores. Ficar de repouso pode ajudar.
A melhor forma de evitar a contaminação pelos vírus é fazer uma correta higiene das mãos e do nariz. Um estilo de vida saudável ajuda a fortalecer o sistema imunológico, tornando-o mais eficiente para expulsar qualquer vírus ou bactéria.

Gripe
É um problema respiratório causado pelo vírus influenza. Para conter o vírus, o sistema imune dispara uma reação inflamatória. O corpo todo participa desta reação – por isso as dores e a sensação de moleza. Os sintomas da gripe podem ser tosse, secreção nasal, dor de garganta, febre alta, cansaço, dor de cabeça e pelo corpo.
Os remédios usados contra a gripe atenuam os sintomas, como os antitérmicos, os analgésicos e os descongestionantes nasais. Casos mais graves exigem internação para evitar complicações, como pneumonias. A gripe pode ser mais intensa – e por isso exige maiores cuidados – para bebês, idosos e pessoas com o sistema imune debilitado.
Para se prevenir contra gripes é importante lavar sempre muito bem as mãos, evitar o contato com pessoas com sintomas da gripe e, se possível, não frequentar locais fechados e cheios de gente.

Rinite
É a inflamação da mucosa que reveste o nariz. Normalmente é alérgica: o organismo encara moléculas presentes na poeira e no mofo, por exemplo, como inimigos, e desencadeia uma reação alérgica. Como não é possível eliminar completamente aqueles elementos que atiçam as defesas do corpo, o nariz torna-se uma região constantemente inflamada. Vírus, bactérias e fungos, além de fatores irritantes não alérgicos, como odores fortes, também podem desencadear a inflamação. Os sintomas são: Coceira e irritação no nariz, coriza, espirros e congestão nasal.
Para o tratamento é possível lançar mão de medicamentos antialérgicos, mas manter o ambiente sempre limpo e arejado é essencial para controlar o problema. No caso da rinite bacteriana ou viral, o mais comum é que o quadro evolua, levando a outros tipos de inflamação, como sinusite ou otite.
Para se prevenir evite locais pouco ventilados, onde há acúmulo de poeira e mofo. O tratamento preventivo, com medicamentos, deve ser prescrito por um especialista caso seja necessário.

Sinusite
É a inflamação ou infecção dos seios da face, as cavidades que ficam no interior dos ossos, ao redor do nariz, da maçã do rosto e dos olhos. O processo infeccioso pode ser desencadeado por diversos fatores, como alergia, fungos, vírus e bactérias. Normalmente a sinusite bacteriana surge depois de uma gripe, muito comum neste período do ano. Os sintomas da sinusite são: Obstrução nasal, dor de cabeça, dor no rosto, coriza, tosse, alteração ou ausência do olfato.
O tratamento varia de acordo com a origem. Para afastar uma sinusite alérgica, por exemplo, não adianta investir em remédios se o paciente continuar exposto aos fatores que causam a alergia. No caso da viral, é possível amenizar os sintomas com antigripais e descongestionantes – sempre com prescrição médica – até que o vírus saia do corpo. Já a bacteriana costuma ser tratada com antibióticos. Inalação e lavagem do nariz com soro ajudam a aliviar o incômodo.
Quem sofre de sinusite crônica deve tomar cuidados preventivos, como beber bastante líquido para se manter hidratado – isso deixa o muco menos denso, o que facilita sua eliminação. Evitar cigarro e ambientes muito poluídos também protege a mucosa contra inflamações.

Otite
O problema aflige principalmente as crianças. É uma inflamação na porção mais interna do ouvido, a chamada orelha média. Ela surge quando vírus ou bactérias que penetram as vias respiratórias conseguem migrar para a orelha. Os agentes por trás da gripe e do resfriado e a bactéria pneumococo, que também causa a pneumonia, estão entre os principais vilões. Num quadro de otite, o processo inflamatório vem acompanhado do acúmulo de secreções purulentas e, claro, das dores. Os sintomas são dor de ouvido e febre.
O tratamento consiste em combater o micro-organismo que disparou o problema. Assim, se a otite foi uma complicação de uma gripe, deve-se ficar de olho no vírus influenza, usando, se necessário, drogas antivirais, analgésicos e anti-inflamatórios — tudo sob orientação médica. Caso bactérias estejam por trás da encrenca, a ordem é recorrer aos antibióticos.

Bronquite
Trata-se da inflamação dos brônquios, uma espécie de tubo que sai da traqueia para conduzir o ar até os pulmões. O problema pode ter origem alérgica ou serem deflagradas por vírus e, mais raramente, bactérias. Quando o sistema imune dá bobeira, uma gripe é capaz de abrir a porteira para a complicação nos brônquios. Eles ficam mais contraídos e, com isso, a respiração se torna penosa. Substâncias tóxicas, encontradas no cigarro ou no ar poluído, também têm potencial para desencadear a bronquite. Os sintomas são: tosse falta de ar, expectoração excessiva, febre, chiado ou dores no peito.
O tratamento varia de acordo com a causa. Numa crise de bronquite, os especialistas se valem da inalação e aproveitam a própria via respiratória para administrar uma lista de medicamentos, como anti-inflamatórios, broncodilatadores e até antibióticos – caso as bactérias já tenham se intrometido na história. Se a inflamação dos brônquios tem fundo alérgico, outras drogas, caso dos antialérgicos, são requisitadas.

Pneumonia
Trata-se de uma inflamação ou infecção que ataca os pulmões, sobretudo quando o sistema de defesa foi debilitado por outro problema, como gripe, tuberculose, alcoolismo, fumo, diabete e males do coração. Pode ser causado por diversos microorganismos, como fungos, vírus, parasitas e bactérias. Uma vez nos pulmões, esses micróbios se instalam nos alvéolos — estruturas onde ocorrem as trocas gasosas — prejudicando a respiração. A mais comum é aquela desencadeada por bactérias pneumocócicas, as mesmas que podem provocar otite ou sinusite. O começo da pneumonia é bem parecido com uma gripe comum. Os principais sintomas são febre, mal-estar e tosse. Pode haver respiração curta e ofegante, além de dores no tórax.
Na maioria dos casos, recorre-se ao auxílio de antibióticos no tratamento – por via oral ou intravenosa. Até porque pneumonias virais acabam abrindo alas para bactérias proliferarem nos pulmões. Alguns médicos também recomendam exercícios respiratórios que ajudam a drenar a secreção.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Indo às compras. Mas sem neura


Você precisa mesmo do que vai comprar?
Na maioria das vezes a compra é movida por um impulso interno que nada tem a ver com o produto adquirido. O que está por trás do consumo? O que de fato queremos comprar?
Compramos coisas, muitas vezes desnecessárias, pra nos sentir mais seguros e poderosos. Mas, e aí? Será que resolve? Temporariamente talvez, mas logo será preciso outra coisa, depois outra e outra. É que a questão básica, a nossa auto-estima, não foi trabalhada. E é isso que realmente precisa ser nutrido. Cuidar melhor do que realmente é essencial, do que de fato precisamos mudar em nós, dentro e fora. Melhorar nossa relação com as pessoas, fazer coisas que nos tragam alegria, coisas que nos façam sentir criativos, produtivos e onde nosso verdadeiro poder pessoal se apresente. Nem um carro possante vai garantir isso, nem um vestido maravilhoso ou mobílias novas vão de fato mudar como me sinto em relação a mim mesmo.
Somos bombardeados por propagandas que nos vendem não margarinas, mas a família feliz, não o novo tênis, mas o corpo perfeito e a juventude, não o modelo novo de um carro, mas o poder. As coisas prometidas não podem ser compradas, elas têm de ser conquistadas. Temos que mudar hábitos, refazer pactos com nossa vida, família e, até, conosco. Reconhecer nossas conquistas, habilidades, nossas características e acreditar em nossos projetos. Apropriar-se do que é bom em nós, valorizar o que temos e transformar o que é preciso mudar.
Epicuro, filósofo grego, dizia sabiamente que para ser feliz é preciso desejar e querer coisas possíveis. Se desejarmos coisas fora da realidade vamos nos frustrar. Isso não quer dizer conformismo. Podemos e devemos desejar o melhor para nós em todos os sentidos. Mas desejar o que pode ser realizado. Assim, seremos mais felizes. Dando um novo significado pra vida com valores verdadeiros, dando importância ao que é de fato importante, muitas coisas perderão o sentido, perderão seu falso poder.
Porque poder mesmo, de verdade, é poder optar e saber se é importante ou necessário o que estou adquirindo, se é para meu conforto real ou se estou camuflando coisas que precisam ser vistas.
Nós somos, quase sempre, mais interessantes do que reconhecemos.

(Publicado originalmente no jornal Metrô News / São Paulo) 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Da dificuldade de mudar hábitos


Ouvi um comentário e não pude deixar de dividir com vocês a reflexão. O comentário era de que algumas coisas são fáceis para alguns, mais muito difíceis para outros. E de fato acredito nisso. Para as pessoas que gostam de exercícios, quando falo em caminhadas diárias não parece nada assustador, mas para alguém que não gosta vai ser um verdadeiro esforço.

Nem sempre o que precisamos para nossa saúde ou bem estar é exatamente o que gostamos. Também pra mim, algumas coisas não são exatamente fluidas. E às vezes é muito difícil mudar alguns hábitos, incluir atividades, exercícios, chás, mudar alimentação, privar-se de alimentos que gostamos… Depois, quando conseguimos nos disciplinar e temos resultados, é muito gratificante – são conquistas saborosas.

Isso vale em várias situações. Por exemplo, quando, após introduzir exercícios de respiração, deixamos de ter insônia ou dores de cabeça, que tanto nos  incomodavam. Ou quando os alongamentos nos promovem visivelmente uma postura melhor e nossa coluna para de doer, percebemos a importância da disciplina.

Ou ainda quando refletimos e resolvemos repensar nossa alimentação, fazendo opções saudáveis, dizendo não aos alimentos tóxicos e sentindo nosso corpo funcionar melhor e nossas medidas diminuírem. Aí sabemos, com certeza, que valeu a pena.
Mas são mudanças que só nós podemos assumir. Estas e todas as mudanças, que dependem só da nossa dedicação, da nossa opção. Tudo que queremos mudar pede trabalho.

E, quer saber? Muitas vezes nos surpreendemos com o prazer de alguma atividade ou com novos sabores e sensações, que não conhecíamos.

Vou continuar insistindo e lembrando as pessoas (e a mim também) que vale a pena acordar mais cedo pra caminhar, fazer exercícios respiratórios, meditação, beber água, massagear os pés, tomar chá de camomila…

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Síndrome da pressa:

 Está correndo do que mesmo?

         

Será necessário tanta pressa? É mesmo tão urgente e imediato o que temos a fazer? Precisamos correr tanto e estar tão acelerados? Não seria esta urgência uma fantasia?

Perguntas assim surgem com a informação de uma nova síndrome sendo identificada e estudada por especialistas. Segundo eles, 30% dos brasileiros já sofrem com sintomas decorrentes da Síndrome da Pressa.

Precisamos repensar nossa correria e o desgaste que ela representa. Pensar em como fazer diferente. Andamos apressados, correndo e acelerados como se tudo fosse urgente, mas se você observar perceberá que na maioria das vezes a necessidade da pressa não é real. Algumas pessoas executam tarefas com rapidez, mas isso não quer dizer pressa. Rapidez vem da habilidade e facilidade pra fazer algo. Pressa é outra coisa: é o que leva você a tentar fazer todas as tarefas como se fossem urgentíssimas –e ao mesmo tempo já pensando na tarefa seguinte, correndo e se irritando de forma desproporcional com qualquer espera. Todos já nos sentimos assim em momentos de estresse. Mas isso não pode acontecer o tempo todo.

O hábito da correria desenfreada pode nos levar à síndrome da pressa. Pode também criar outros transtornos –ansiedade, síndrome do pânico, estresse, distúrbios do sono, deficiência digestiva, irritabilidade.

E a pressa é mesmo inimiga da perfeição: perdemos concentração e precisão, esquecemos coisas, nos acidentamos. Com isso, o trabalho sai mal-feito e é preciso refazê-lo. Ao repetir a tarefa, a justificativa de que corremos por ter urgência vai por água abaixo.

Existe hoje uma tendência de querer uma vida mais lenta –uma “slow life”. Cozinhar apreciando, andar pelas ruas podendo olhar as pessoas, ter bons momentos de descanso. Mais ainda: sentar com amigos pra papear sem a sensação de que precisamos estar em outro lugar, namorar sentindo o outro, brincar com os filhos, fazer exercícios sentindo os músculos… Tudo devagar.

Para combater a pressa e não deixá-la se transformar em síndrome, nossa principal aliada é a auto-observação. Estar atentos a nosso comportamento e perceber quando estamos acelerados além da conta. Só assim podemos interferir e desacelerar. A respiração é um recurso importante. Ela consegue alterar positivamente o metabolismo e nos acalmar. O suspiro é um exercício respiratório indicado. Diminui a frequência cardíaca e relaxa. É fácil: respire lento e profundo, inspirando pelo nariz e soltando pela boca com um som de suspiro. A cada respiração, a torne mais lenta e profunda. Faça isso por alguns minutos. Você pode e deve fazê-lo algumas vezes por dia, sempre que se sentir agitado ou acelerado. O suspiro é tão prazeroso que você vai colocá-lo no seu dia-a dia com facilidade.

(Publicado originalmente no jornal Metrô News / São Paulo )                      


terça-feira, 3 de abril de 2012

TAI CHI CHUAN

A EFICÁCIA DO TAI CHI CHUAN

Realizada na maioria dos hospitais e clinicas da china, a técnica combina movimentos suaves, respiração profunda e meditação.

Existem muitas lendas sobre as origens do TAI CHI CHUAN, que datam do século XII A.C. A mais famosa delas é a historia do monge chinês ta oista chamado Chang San Feng. Hábil em várias artes marciais, ele sonhava em agregar princípios filosóficos ás técnicas corporais de luta e autodefesa. A partir da observação de animais como o tigre, o dragão, o leopardo, a cobra e a garça, o monge notou que os dois últimos eram muito mais hábeis na superação de oponentes fortes e ágeis. A partir dai, desenvolveu uma série de exercícios físicos que imitam seus movimentos, tidos como capazes de estimular a integração do ser humano por meio do fortalecimento físico, do equilíbrio emocional, da flexibilidade do corpo e clareza mental, bem como do desenvolvimento do discernimento entre o bem e o mal e do caráter pessoal.

POR QUE É BENÉFICO?

Para os chineses, o Tai Chi Chuan permite o fruir da energia vital QI (ar/força) por todo o corpo, equilibrando as forças opostas da natureza conhecida como YIN e YANG. Para a saúde, essa harmonia energética é benéfica de varias maneiras, uma vez que a prática fortalece ossos, músculos, tendões, metabolismo, além de garantir o bom funcionamento de todos os sistemas orgânicos, aumentar a capacidade pulmonar e estimular a circulação sanguínea. Há ainda melhora do equilíbrio e proveito psicológicos, que resultam no controle das emoções e mais concentração, respostas imediatas dos exercícios respiratórios e do foco exigido para a realização de todas as series de movimentos.

CUIDADOS PRÉVIOS

Embora considerado seguro, inclusive para os idosos, se praticado de forma excessiva ou sem supervisão, o Tai Chi pode causar torções e dores musculares. Gestantes devem iniciar após o terceiro mês de gravidez, e requerem acompanhamento de um instrutor. Pessoas com hérnias, problemas articulares, dores nas costas, torções fraturas ou osteoporose grave devem ser consultadas antes do inicio dessa prática. Segundo a professora Ângela Soci, diretora da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan, a técnica possui apenas uma contraindicação: indivíduos que sofrem de distúrbios mentais ou estejam em tratamento com remédios controlados.

Além disso, por ser considerada uma pratica de baixo impacto, pesquisa cientifica mostram que ela é benéfica para pessoas que sofrem com diabetes, doenças reumáticas, osteoporose, doença de Parkinson, doenças cardiovasculares, dor crônica, depressão, além de prevenir quedas.

CINCO VANTEGENS PARA QUEM PRATICA

Flexibilidade e força. Os exercícios requerem contração e relaxamento de determinadas partes do corpo, diminuindo a sensação de fraqueza e fortalecendo os músculos. A falta de flexibilidade e o enrijecimento muscular podem ser a causa de muitas dores e limitações. A prática ajuda a coordenar os movimentos corrigindo essas dificuldades.

Menos estresse. Durante o exercícios é preciso se concentrar na respiração e nos movimentos, e essa atitude ajuda a acalmar as emoções e a mente, promovendo uma sensação de bem-estar geral.

Melhora da postura. Ombros e costas são constantemente solicitados para o alinhamento da coluna durante os exercícios. E esses movimentos naturalmente estimulam a manutenção do alinhamento da coluna vertebral, evitando possíveis dores nas costas ou no pescoço.

Aumento da capacidade respiratória. O ritmo respiratório que se impõe durante os exercícios leve um estado mental e físico que estimula a circulação sanguínea. O resultado é mais oxigênio no cérebro nos músculos.

Estimulo do sistema imunitário. A prática melhora e harmoniza os órgãos, fortalecendo todos os sistemas, mantendo o praticante saudável e capaz de superar doenças como gripes, além de prevenir doenças degenerativas. ENTREVISTA CONCEDIDA Á REVISTA VIVA SAÚDE.

terça-feira, 13 de março de 2012

AYURVEDA

Ayurveda: do sânscrito
Ayur: vida
veda: ciência, conhecimento
Ainda pouco conhecida no Brasil, à massagem Indiana, que integra o sistema de medicina Ayuvédica, vem cada vez mais despertando o interesse dos terapeutas corporais. Além da massagem propriamente dita, utiliza-se de instrumentos como mantras, mandalas, cristais, ervas, perfumes e trabalha com a energia dos chakras, da Kundalini e com os nossos sete corpos. Tal complexidade é uma verdadeira iniciação para massagistas e massageado, visa reequilíbrio físico e espiritualmente.
Faz-se bastante alongamento na coluna, que é por onde a Kundalina se manifesta, e no mínimo a pessoa consegue ter (insights) dessa energia. A Kundaini é uma energia de vida com capacidade de provocar a elevação do ser, alimenta todos os nossos chakras, que são outro nível muito trabalhado na massagem indiana.
A massagem indiana dura em média uma hora.
É essencialmente preventiva e age para restabelecer o equilíbrio físico- espiritual do individuo. Ela harmoniza o corpo energético, previne doenças estimulando as defesas naturais do organismo, atua nos sistemas glandular e endócrino, além de tratar fraquezas gerais do coração, fadiga, desequilíbrios nervosos, perturbações mentais e emocionais.

PONTOS PARA O INHAME

Popular na mesa brasileira, esse tubérculo possui benefícios que vão muito além do seu sabor.

É ótimo para o cérebro

A razão do sucesso está na grande quantidade de vitaminas do complexo B presentes no tubérculo. Enquanto a niacina (vitamina B3) estimula a memoria e diminui o impacto do estresse do dia a dia, a tiamina (VITAMINAB1) é fundamental para a transmissão dos impulsos nervosos.

Ameniza sintomas da depressão

O inhame possui carboidratos que estimula o aumento da síntese de serotonina, que é um neurotransmissor responsável pela sensação de felicidade e bem-estar. Para melhorar sintomas de depressão e estresse, recomenda-se a ingestão de pequenas porções de inhame ao longo do dia.

Aumenta as defesas naturais do corpo

Isso porque o tubérculo é rico em vitaminas A e C. Ambas estimulam a produção das células de defesa e auxiliam na exterminação de bactérias nocivas ao organismo. Com isso, diminui-se a suscetibilidade a infecções e outras doenças. Para completar, o tubérculo estimula a ação de enzimas de ação oxidantes que também podem combater micro-organismos.

Colabora com a perda de peso

A diosgenina do inhame impede que as moléculas de gordura sejam absorvidas pelo intestino e estocadas na forma de pneuzinhos. Além disso, ele possui alto teor de fibras, baixo índice de gordura e garante saciedade por mais tempo. Entretanto, deve ser consumido com moderação, já que é cada 100g possui aproximadamente 100 kcal.

Combate o colesterol ruim

A ação da diosgenina contra a gordura também facilita a eliminação do colesterol ruim (LDL) pelo intestino. Com isso, diminui-se a chance de o LDL cair na corrente sanguínea e entupir vasos e artérias. Um segundo beneficio é que esse fito-hormônio aumenta os níveis do bom colesterol (HDL), o que auxilia muito na redução dos riscos de doenças cardíacas.